sábado, 4 de fevereiro de 2012

Harry Potter e as Sagradas Escrituras

Como prometido, o texto está prontinho, acaba de sair do forno... E já que estamos nisso, vamos dedicar alguns dias à Harry Potter e a sua autora J.K. Rowling... Por um lado porque o texto é muito grande e sei que se postasse tudo hoje, ninguém iria ler nem a introdução! Então, partimos pela introdução e dedicamos os próximos dias do blog à este bruxo que fez e continua fazendo sucesso entre crianças, jovens e adultos.

Espero que gostem e divulguem... e se alguém quiser o texto completo, ele estará disponível em PDF na página do blog no Facebook... O que está esperando para seguir? É só clicar e curtir...


"Harry Potter e as Sagradas Escrituras"

Introdução

Quando o tema é cultura, não faltam pessoas que buscam criticar e ir em contra de tudo aquilo que se mostra positivo para o nosso crescimento como seres humanos. E de onde provêm estas críticas? De muitos lugares: de apreciadores de uma certa escola literária e que, de certa forma, “crucificam” a tudo que não pertence à mesma, religiões, filosofias e de simples pessoas sem fundamentos em suas críticas!
Partiremos de um princípio que qualquer um pode criticar e deve fazê-lo quando olhamos como fim (objetivo) da mesma (crítica) o crescimento e amadurecimento pessoal e por que não, da mesma obra em questão!
Meu objetivo neste documento é limitar-me a uma obra específica, que por si só é de uma extensão considerável e que atraiu positiva e extensivamente a atenção de crianças, jovens e adultos e que ao mesmo tempo, negativamente, chamou a atenção de Igrejas, Pastores, Padres, “criticões” sem fundamentos. Por isso quero olhar a obra da famosa escritora J.K. Rowling, Harry Potter, e defender este romance literário, fictício e fantasia como uma obra que não só não é contra o cristianismo, mas ao mesmo tempo é uma escola em todos os aspectos.
O trabalho será dividido em 3 partes, incluindo a conclusão, onde, em uma primeira instância analisaremos todo o discurso da mesma autora, que como autora conhece, obrigatoriamente, o mais profundo de seus personagens e o mais profundo da mensagem e da alocução feita com relação à sua obra. Já em uma segunda instância estaremos comparando a obra com outra grandeza literária, considerada a mais vendida no mundo todo e não, é claro, tratando de colocar Harry e seus “discípulos” no mesmo parâmetro dos outros personagens, mas sim, tentando provar a semelhança entre histórias e ensinamentos! E por fim, a conclusão, que não quer ser nenhuma comprovação científica ou proposta pedagógica, mas sim, um chamado de atenção a que não existe nada que impeça Harry Potter estar também nas igrejas e ser um parâmentro, um meio comparação com a vida cristã!
Sem o objetivo de mostrar-me ateu, nem muito menos anti-eclesial, professo abaixo minha fé, meu Credo e desde já espero não estar dizendo nada que obste em contra da fé, e caso o faça, que Deus me perdoe, mas nisto creio e isto defendo, é minha fé:
“Creio em Deus, Pai todo poderoso, criador do céu e da terra, e em Jesus Cristo seu único filho, nosso Senhor que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da virgem Maria, padeceu sobre Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo Poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na Igreja Católica, na Comunhão dos Santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Creio que Deus, feito homem e por meio dos homens nos deu a cultura e o dom de manifestá-lo na arte de forma que esta não seja outra coisa que presença Sua no mundo. Creio no Cristo que veio semear a misericórdia, o amor e não o julgamento do próximo, limitando essa tarefa somente a Ele e ao Pai! Creio na vida, na força do viver e na vontade de existir. E como cristão acredito e desejo a felicidade de todos os homens, sem me preocupar com raça, língua, nação, cor, orientação sexual e religião, pois creio que a única religião é o único mandamento de Cristo: o AMOR.”
Sem mais a declarar, partimos à dissertação do mesmo.

Draco dormiens, nunquam titilandus.”




Um comentário:

  1. Confesso que eu estou ansioso para o que virá e, embora a religião não seja algo que me atraia, vou com certeza gostar de ler a sua proposta comparativa, principalmente porque gostomuito de Harry Potter, sendo essa uma das minhas sagas preferidas, juntamente com o infanto-juvenil "Desveturas em Série".

    Sobre o texto acima, a introdução foi feita eficientemente. Gostei do que expôs, das suas intenções e de como você sugeriu que trabalhará o tema. Epsero agora pelo que vem.

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